O Ministério da Fazenda do Brasil inaugurou, na semana passada, a Adidância Tributária e Aduaneira do Brasil em Pequim, na China. Implementada através da Receita Federal, a estrutura constitui o quinto posto tributário e aduaneiro brasileiro no estrangeiro, tendo como objectivo reduzir entraves burocráticos ao comércio, reforçar a cooperação fiscal e aduaneira e apoiar investidores e operadores económicos dos dois países.
A abertura da unidade ocorre no contexto de crescimento das relações comerciais entre o Brasil e a China. Segundo o Ministério da Fazenda, o intercâmbio comercial entre os dois países supera 170 mil milhões de dólares norte-americanos em 2025, com destaque para produtos de base como soja, minério de ferro e petróleo. A China é o principal parceiro comercial do Brasil desde 2009.
De acordo com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a implementação da adidância visa contribuir para um ambiente económico mais seguro, dinâmico e com menos burocracia para as operações bilaterais. Ele afirmou que o posto deve funcionar como um ponto de contacto para conferir maior rapidez e eficácia operacional aos agentes económicos.
(Fonte: Canal Rural, a 26 de Junho)


