Em 2025, a China praticamente duplicou o volume de veículos exportados para o Brasil, alcançando cerca de 40% dos automóveis importados vendidos no país e superando origens tradicionais, como o Mercosul e o México, numa mudança que redefine o panorama competitivo do sector.
Este crescimento ocorre em contexto da estratégia global das construtoras chinesas de expandir mercados, com enfoque especial nos veículos eléctricos e híbridos. O Brasil tornou-se uma peça-chave neste processo, ao combinar escala, crescente procura por electrificação e margem para concorrência em segmentos de preço mais acessíveis.
A expansão tem sido impulsionada sobretudo por grandes grupos como a BYD, bem como por marcas como a GWM e a Geely, que têm reforçado rapidamente a sua presença ao conjugar preços competitivos, tecnologia avançada e forte posicionamento no segmento dos veículos de nova energia.
Dados da Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa) indicam que as vendas das associadas cresceram mais de 30% em 2025, impulsionadas principalmente pelas fabricantes chinesas.
(Fonte: Portal In, a 28 de Abril)


