Fabricantes chinesas de painéis solares e de outros equipamentos do sector eléctrico têm aumentado a presença no Brasil para disputar o mercado de baterias no país.
O Brasil preparam-se para instalar sistemas de armazenamento em grande escala nos próximos anos, tanto por meio de leilões organizados pelo governo federal quanto pela procura de empresas que querem fugir dos altos preços de energia no início das noites. É um sector que deve gerar dezenas de mil milhões de investimentos.
A Absae, associação que representa a indústria de armazenamento de energia no país, espera cerca de R$ 45 mil milhões em aportes até 2030 e R$ 77 mil milhões até 2034. O impulso é o leilão de baterias programado para este ano pelo Ministério de Minas e Energia e que deve movimentar, sozinho, R$ 13,9 mil milhões, segundo a associação.
Ainda são incertos alguns detalhes, mas a disputa por quem será o fornecedor dessas baterias já começou. Do lado dos chineses, concorrem empresas como as gigantes Sungrow, BYD, CATL e Huawei, além de Jinko, JA Solar, TBEA, Risen e Pylontech.
(Fonte: Bahia Notícias, a 23 de Fevereiro)


