Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe desenvolveram planos de acção para melhorar a rapidez e a capacidade de resposta das equipas médicas de emergência perante epidemias, catástrofes e outras emergências de saúde.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os planos foram elaborados durante o primeiro seminário regional da organização destinado especificamente aos países de língua portuguesa, com o apoio da China e da Região Administrativa Especial de Macau.
Especialistas da OMS e representantes nacionais avaliaram as capacidades existentes, identificaram necessidades operacionais e definiram prioridades para constituir equipas nacionais com formação, equipamento e coordenação adequados. Os planos estabelecem responsabilidades e medidas para os próximos 12 a 24 meses, com acompanhamento técnico da OMS.
Durante o seminário, foi apresentada a abordagem da organização, composta por dez etapas, para desenvolver equipas médicas de emergência e integrá-las nos sistemas nacionais de resposta. Com base nas experiências da covid-19, da cólera e dos ciclones, as delegações analisaram questões de governação, financiamento, recursos humanos, equipamento e logística.
A iniciativa procura também responder às dificuldades de acesso a orientação especializada e às barreiras linguísticas que têm condicionado os progressos nos países de língua portuguesa.
(Fonte: Notícias Lusófonas, a 16 de Setembro)


