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Economia do Brasil deve contrair 3% em 2015: FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu em baixa a sua projecção para 2015 em relação à recessão económica que o Brasil enfrenta, segundo a agência de notícias Brasil.

A nova estimativa foi publicada na mais recente edição do relatório do FMI “Perspectivas Económicas Mundiais”, divulgado na terça-feira.

De acordo com a Agência Brasil, o organismo internacional espera agora que a economia brasileira registe uma contracção de 3 por cento em 2015, comparativamente à estimativa de Abril, que apontava para uma contracção de 1,5 por cento.

No relatório, o FMI sublinhou que a confiança dos consumidores e empresários brasileiros continua em queda, assim como o investimento e a procura interna no país.

O documento do FMI aponta ainda para um crescimento económico de 3,5 por cento em Angola em 2015 e uma expansão de 7 por cento da economia moçambicana no mesmo período. Segundo o jornal português Económico, os autores do relatório avisaram que o cenário, a confirmar-se, representará o menor crescimento económico anual registado em Angola e Moçambique desde 2009.

Para Cabo Verde, segundo a agência portuguesa de notícias Lusa, o FMI prevê um crescimento económico de 3,5 por cento este ano. Já no caso da Guiné-Bissau, o relatório aponta para uma expansão económica de 4,7 por cento em 2015.

No relatório do FMI, lê-se ainda que o produto interno bruto real de Timor-Leste deverá crescer 4,3 por cento em 2015.

O organismo internacional manteve a previsão de crescimento de 1,6 por cento para a economia portuguesa este ano.

De acordo com o diário português Jornal de Negócios, o FMI estima um crescimento económico de 6,8 por cento na China em 2015.

Entre Janeiro e Junho deste ano, a economia chinesa registou uma expansão de 7 por cento, valor idêntico à meta fixada pelo Governo Central para a globalidade de 2015.

Na segunda-feira, o Banco Mundial divulgou o relatório “East Asia and Pacific Economic Update”, onde previu que o produto interno bruto da China deverá crescer 6,9 por cento este ano.