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Analistas apontam relação com a China como uma das prioridades para presidência portuguesa da UE

A gestão da relação entre a União Europeia (UE) e a China será uma das missões que Portugal irá enfrentar após ter assumido oficialmente a presidência do Conselho da UE na sexta-feira, consideram dois analistas.

António Casimiro, investigador da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (UC), diz que Portugal deve procurar manter um equilíbrio – algo “muito complexo” – nas relações entre a UE e os Estados Unidos e entre a UE e a China.

A China não será certamente encarada como um obstáculo ou um inimigo, uma vez que é o principal parceiro económico da UE, sublinhou Gustavo Baptista, académico ligado ao campo do direito e das relações internacionais.

É inegável que a economia chinesa irá desempenhar um papel cada vez mais importante no futuro, acrescentou Gustavo Baptista, citado pela agência noticiosa estatal chinesa Xinhua.