Apesar de uma recente abertura da China para o produto brasileiro, a exportação de sorgo do Brasil neste primeiro semestre está limitada por uma oferta restrita, já que exportadores competem com produtores de ração e de etanol de grãos na originação de cereais.
Porém, a Hang Tung, uma das maiores negociadoras de sorgo do mundo, com movimentações anuais de 2,5 milhões a 3 milhões de toneladas, de múltiplas origens, avalia que os negócios com o cereal brasileiro prometem ser negócios mais prósperos na segunda parte do ano, com a chegada da colheita nacional e expectativas relacionadas à procura da China.
“Agora é o períodoentres safras. Portanto, acho que o volume [de exportações] será limitado”, disse Gabriel Cordeiro, director-geral da Hang Tung no país, acrescentando que o período mais propício para exportação seria de “Julho em diante”, já que sorgo é cultura de segunda safra, reforçou ele.
O Brasil não é um exportador tradicional de sorgo, mas há potencial de crescimento, especialmente após a China, maior importador do mundo, ter habilitado dez companhias brasileiras a exportar o cereal em Novembro do ano passado.
(Fonte: Money Times, on 2 March)


