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Politécnico de Macau quer alargar formação sino-lusófona

O novo Coordenador do Centro Internacional Português de Formação do Instituto Politécnico de Macau (IPM), Joaquim Ramos de Carvalho, quer alargar as oportunidades de formação sino-lusófona para além da língua portuguesa.

Numa entrevista ao jornal Ponto Final, o investigador defendeu que “há um grande interesse no mundo académico dos Países de Língua Portuguesa” sobre a China e o projecto da Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau.

Tanto nos países lusófonos como na China “há mais necessidade de informação” sobre os sistemas académicos e as bolsas e projectos de cooperação já existentes, sublinhou Joaquim Ramos de Carvalho.

O IPM quer alargar a capacidade de “fazer essa ligação académica” no âmbito da plataforma sino-lusófona de Macau, disse o responsável ao jornal de língua portuguesa de Macau. O IPM tem dado “um contributo grande” no acesso a formação, a manuais e a “oportunidades de desenvolvimento futuro” dos estudantes de licenciaturas de língua portuguesa em universidades chinesas, acrescentou Joaquim Ramos de Carvalho.