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Cooperação com a China torna indústria cultural moçambicana mais competitiva, diz secretário ministerial

O intercâmbio cultural com a China torna a indústria cultural e criativa de Moçambique mais competitiva no estrangeiro, defendeu o Secretário Permanente do Ministério moçambicano da Cultura e Turismo, Domingos Artur.

De acordo com a Xinhua, o responsável falava durante uma gala realizada na segunda-feira em Maputo para assinalar o 70.º aniversário da fundação da República Popular da China.

Segundo a agência noticiosa estatal chinesa, Domingos Artur apontou o Instituto Confúcio na Universidade Eduardo Mondlane e a construção do Centro Cultural Moçambique-China como bons exemplos da cooperação cultural entre os dois países.

“A cooperação frutífera com a China adequa-se ao nosso projecto nacional de tornar a cultura e o turismo (…) segmentos chave e estratégicos para a diversificação económica e desenvolvimento”, disse o Secretário.

O Embaixador da China em Moçambique, Su Jian, disse que a cooperação entre pessoas tem ganho destaque nas relações bilaterais entre os dois países, contribuindo para a melhoria do nível de vida dos moçambicanos.

A gala, cujo programa incluiu sobretudo artistas da província chinesa de Guizhou, atraiu centenas de pessoas, incluindo dois antigos presidentes de Moçambique: Joaquim Chissano e Armando Guebuza.