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Cabo Verde quer criar centro africano de medicina tradicional chinesa

O Governo de Cabo Verde gostaria de criar um centro africano de medicina tradicional chinesa, revelou o Ministro cabo-verdiano da Saúde e da Segurança Social, Arlindo do Rosário.

Em declarações à Lusa proferidas na quarta-feira, o governante disse que o centro seria “uma mais-valia para o país, não apenas no sector da saúde, mas também (…) em relação ao turismo”.

“Será, de facto, uma mais-valia, não só para Cabo Verde, mas também para a própria China e para Macau”, funcionando como “uma plataforma de entrada para o continente africano e para a costa ocidental africana”, um mercado de 200 milhões de pessoas, defendeu o Ministro.

Arlindo do Rosário sublinhou que a indústria farmacêutica está em expansão em Cabo Verde, produzindo já cerca de 40 por cento dos medicamentos de medicina convencional consumidos no país.

O dirigente falou à margem do Fórum de Cooperação Internacional de Medicina Tradicional Chinesa que termina hoje em Macau, onde reuniu mais de 700 participantes do interior da China, da Ásia, Europa e Países de Língua Portuguesa.