Notícias

Arquitectos lusófonos trabalham em favelas brasileiras

Arquitectos de Portugal, de Países Africanos de Língua Portuguesa, e de Macau participaram num programa de voluntariado no Brasil, revelou Rui Leão, Presidente do Conselho Internacional dos Arquitectos de Língua Portuguesa (CIALP).

Durante quatro anos, o programa de gestão urbana permitiu aos arquitectos trabalhar directamente com as comunidades nas 10 principais favelas da capital brasileira, Brasília, disse o responsável.

O programa, que aposta na reconversão das favelas e na aplicação do microfinanciamento e da autoconstrução, pode ser replicado em Angola, Cabo Verde, Moçambique e Guiné-Bissau, defendeu o arquitecto radicado em Macau.

Segundo a agência noticiosa portuguesa Lusa, o CIALP lançou na sexta-feira uma série de seminários online sobre o património lusófono, incluindo em Macau, que irá decorrer até Dezembro, para assinalar o 30.º aniversário do organismo.

O CIALP vai inaugurar, a 18 de Julho, uma vídeo-exposição que mostra o trabalho de 11 arquitectos de países e territórios lusófonos, incluindo Macau, avançou a Lusa.