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Acordo UE-China contribui para abertura do mercado chinês, diz Primeiro-Ministro português

O Acordo Abrangente de Investimento entre a União Europeia (UE) e a China “garante uma segurança recíproca de abertura de mercado” e “relações de investimento que asseguram e respeitam todas as regras de segurança de um lado e de outro”.

A garantia foi dada na segunda-feira pelo Primeiro-Ministro português, António Costa, numa entrevista à agência noticiosa portuguesa Lusa.

A UE e a China chegaram a 30 de Dezembro a um acordo de princípio sobre investimento, após negociações que duravam há sete anos.

“Se a Europa quer ser um actor global, e não pode deixar de querer ser, a sua autonomia estratégica passa por ter uma capacidade de diálogo com cada um dos outros actores mundiais”, disse António Costa.

Portugal assumiu oficialmente a presidência do Conselho da UE a 1 de Janeiro.